A todos aqueles que, apesar de tudo, me apoiam.
A ti, porque és a única pessoa que sabe evitar as minhas paranóias e acreditas em mim o suficiente para me fazeres acreditar também um bocadinho. Ao teu colo, ao teu cheiro, a todos os nossos momentos. Amo-te.
A essas pessoas felizes que são a única razão pela qual me enfio num edifício feio e cinzento que parece um hospital psiquiátrico, 5 dias por semana. Aos jantares em que alguém come mais do que os outros todos juntos. Aos jogos de cartas em que acabamos sempre com dores de barriga de tanto rir. Às viagens, físicas e espirituais. Às conversas, aos ombros amigos. Aos abraços a que tento sempre fugir.
às pessoa com quem brincava aos Playmobils, que ainda hoje se lembram das melhores formas de me fazerem sorrir.
A todos os verdadeiros amigos. E aos outros de que por vezes me esqueço. a>